Decidir o nome

Decidir o nome

Parece uma tarefa hercúlea esta. Na infinidade de nomes possíveis, parece que o mais difícil é mesmo escolher um, não que a gente goste, mas um que tanto o pai como a mãe gostem. Começamos por fazer uma pequena, gigante lista e reduzir a meia dúzia de possibilidades, que é como quem diz uns 20 ou 30. Um pouco à semelhança das listas de convidados para um casamento. E acabamos por insistir num que não cai nas graças do nosso parceiro.

Então vamos lá….Pedro, Guilherme, Carlos, Luís, Martim, Bruno, António, Dinis, José, Paulo, Henrique, Jorge, Alberto, Bernardo, Jaime, Eduardo, João, Santiago… Francisco! Foi decidido durante um jantar no asiático, confesso, depois de chegarmos a acordo que tínhamos de terminar com as indecisões porque a data se estava a aproximar.

No caso do Francisco,a lógica era simples, tinha de ser um nome engraçado e sexy para quando fosse novo, forte para quando fosse adulto e catita para quand for velhote. Não parece mal quando pensamos em “Kiko, o surfista”, “Dr. Francisco” e “Avô Chico” 🙂

 

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