Oh constipação, larga-me!

Que inverno longo este. E parece que não me lembro de ter estado tantas vezes e tanto tempo constipada como este inverno. Ok, tenho uma “esponjinha de vírus” a viver agora lá em casa, que faz questão de trazer tudo o que é bicharada, mas tornou-se num ciclo vicioso sem fim.

A mãe está constipada, o pai está constipado, o bebé está constipado e cada um tem a sua farmácia pessoal. O primeiro a ficar bom não tem hipótese de aproveitar esses momentos de liberdade por muito tempo. Quando dá por si, já está novamente com ranhoca a escorrer pelo nariz abaixo ou um ataque de tosse que parece fazer saltar os pulmões.

Felizmente o Francisco já tem mais de 12 meses e podemos ir reforçando as defesas com alguma vitamina C das laranjas, seja ao comê-las ou a beber um suminho natural mais diluído. Mas mesmo assim… este inverno está malvado. Aerossóis e neo-sinefrina têm sido presenças habituais nos nossos dias. E de manhã é tentar replicar o melhor possível o bonequinho da Michelin nos pobres coitados de meio metro.

O melhor mesmo tem sido ao fim-de-semana dar uns passeios para apanhar o sol envergonhado que por vezes aparece, mas chega a segunda-feira e pronto… lá vem bicharada nova da escola. Estes miúdos aprendem cedo a partilhar estas coisas.

Síndrome Boca, Mãos e Pés

boca maos pes

Agora que o bicharoco se foi embora, vamos lá fazer um resumo do que se passou cá por casa.

Tudo começa com uma simpática febre repentina na casa dos 39º, pelo menos, para mais e não para menos. No nosso caso até pensámos que era mais um dentinho a aparecer por aí mas pouco depois começaram a surgir as primeiras manchinhas vermelhas. Uma borbulhinha aqui, outra ali e, sobretudo durante a noite, parecem cogumelos a aparecer por tudo quanto é lados. O nome do síndrome não é à toa, as borbulhinhas aparecem mesmo em volta da boca, nas mãos e nos pés. As danadas não se limitam, no entanto, só a estes lugares do corpinho. Quem diz mãos, diz braços e quem diz pés, diz pernas. Para além disso, é muito comum aparecerem borbulhas na zona da fralda.

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Caderneta de Bicharocos

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Não, não é a última colecção do Pingo Doce, do Lidl ou do Continente, é mesmo a última colecção que o Francisco decidiu fazer. Não estava ele contente com a sua constipação, que insiste em não ir embora, que ainda achou por bem trazer o bicharoco do Boca-Mãos-Pés para casa. Quis mesmo ter a colecção completa de bicharocos que andam por aí à solta com direito a cromos para trocas. E nisto, qual o resultado? Uns dias em casa, de quarentena, com meia farmácia para tomar ao longo do dia e enfermeira particular a tempo inteiro.

Esperemos que agora desapareça tão rápido como apareceu 😦

Guerra contra os mosquitos

mosquitos

Este tempo está louco. Está calor, está chuva, está céu da cor de burro quando foge… Não dá para prever nem atinar. Com todas estas alterações vem também algumas chatices. Nestes últimos dias veio o calor logo a seguir a chuva e como se isso não chegasse, calhou no mesmo dia em que cortaram a relva mesmo por baixo das minhas janelas. Resultado? Uma invasão sem explicação de melgas. Que praga! Acho que nunca tinha visto tanta melga. Mata uma aqui e ali, evita-se insecticidas porque temos um bebé em casa, mas usa-se aqueles eléctricos que se ligam directamente à tomada nas divisões onde não estamos na altura.

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Acordei com um terçolho

tercolho

Ao princípio ainda pensámos que pudesse ser uma picada de insecto num sítio mesmo chato, mas depois começámos a aperceber-nos que não era bem isso… era mesmo um belo de um terçolho.

Ora do que se havia de lembrar agora… um terçolho. É mesmo coisa de criança 🙂 A verdade é que o pequenote lá tem um olho vermelho e do tamanho de um tomate cherry. Tivesse ele 18 anos que diria que tinha andado “à batatada” por causa de alguma garota.

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Uma ajuda para as cólicas

chá de funcho

Quando vemos os nossos pequeninos cheios de cólicas é uma sensação de aperto no coração. Apesar de não haver muito a fazer para impedir que esta fase chateie os nossos bebés, até porque faz parte do processo natural de desenvolvimento do seu aparelho digestivo, podemos sempre ter em conta alguns pormenores que possam aliviar esse desconforto. As massagens são algo essencial e prioritário nesta fase, e acaba por ser o que mais o ajuda. Existem também alguns suplementos alimentares (Coliprev e Colimil, por exemplo) que podem ajudar a aliviar as dores, no entanto nunca os dêem ao vosso bebé sem falar primeiro com o pediatra. Cada criança é uma criança e os efeitos são bastante distintos de uns para os outros.

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