Férias de Verão – parte IV – Regresso a casa

Férias IV

E de repente chega ao fim. Temos de fazer malas, outra vez, e de algum modo não me apercebi de ter tido férias, ou pelo menos da maneira a que estava habituada a ter. Foi relaxante, divertido, e não se pensou 1 minuto no trabalho, por outro lado, o cansaço está cá, ainda que seja, desta vez, um cansaço diferente. Não me apercebi das caipirinhas, dos mojitos e do dolce far niente à beira da água, ou mesmo até do trabalho para o bronze. Pensando bem, não sei se não volto mais branca do que cheguei.

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Férias de Verão – parte III – Urgência no hospital

ferias III

Bem… Faz parte, não é?

Felizmente o Francisco é uma criança super saudável e até agora não apanhámos sustos com ele, nem tivemos de recorrer a médicos sem ser para as consultas de rotina. Mas há sempre uma primeira vez, e qual a melhor altura para se estrear nas urgências de um hospital se não no primeiro dia de férias.

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Férias de Verão – parte II – A primeira vez na praia e na piscina

Ferias II

A manhã foi para descobrir a piscina, o quanto é bom chapinhar na água. Parece uma sardinha rechonchuda a dar à perna e aos braços. Apesar de ser bom andar na bóia, o melhor mesmo é andar entre o colo da mãe e do pai a brincar. E se não fosse a fominha e o sono acho que ainda agora lá estava.

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Férias de Verão – parte I – Fazer as malas

Ferias I

Listas, listas e mais listas. Porque é a primeira vez que fazemos umas férias a três e nada pode ficar em casa. Não sou, no entanto, daquelas que leva a casa às costas sem necessidade.

O destino deste ano é um apartamento em Porto de Mós, Lagos, Algarve. Então, para facilitar a vida a toda a gente, e porque não gosto de encher o carro até ao tutano, tudo o que pudermos comprar no Algarve vou evitar levar. Pelo que me dei conta existem por lá supermercados e por isso não há qualquer necessidade de ir com peso extra. Fraldas, toalhitas (levo comigo só o necessário para a viagem), iogurtes, resguardos, etc. são coisas que podemos perfeitamente comprar por lá. Por outro lado, não posso esquecer nada do essencial e pessoal (roupa, toalha, roupa de cama, higiene pessoal, etc., etc.).

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Barriga de férias

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Por esta altura (mais ou menos), no ano passado, estava de partida para as últimas férias a dois ou as primeiras férias a dois mais uma ervilha, com preferirem. A altura pareceu-me perfeita, o segundo trimestre, e realmente recomendo. É a altura mais calma da gravidez e em que ainda não rebolamos. Se a viagem for de avião então é mesmo aconselhável esta altura para o fazer. Eu fiz 8h de viagem e confesso que chega a um ponto que se torna um pouco desconfortável, mais do que habitual simplesmente não temos posição e estamos limitadas a duas. No entanto, há duas coisas importantes a não esquecer e que normalmente não nos passa pela cabeça. Hoje em dia as companhias aéreas podem pedir uma declaração em como a grávida pode viajar sem ter nenhuma condição especial (uma gravidez de risco, por exemplo), talvez porque não apreciam um bom ataque de pânico só porque rebentaram as águas a 36 000 pés de altitude. Ainda assim, as companhias aéreas quase nunca falam disso antecipadamente, só nos deparamos com a situação já no check-in, por isso aconselho a pedirem uma declaração ao vosso/a médico/a. Não custa nada e vão prevenidas, e com mais um papelinho junto dos outros 300. A outra coisa é… Comida. Todas sabemos que as grávidas parecem hamsters que escondem comida em todo o lado, só para poderem ter sempre qualquer coisinha à mão. Com voo, transfers, etc, etc. passamos muito tempo sem comer e isso não pode ser. O aconselhável é agua, pão e fruta. Eu adaptei este conselho e levei comigo água até ao controlo do aeroporto e depois do comprei uma nova garrafa. Em vez de pão levei bolachas maria e em vez de fruta levei boiões de fruta para bebés, estes não sofrem dentro da mala e têm os ml aceites pelas regras de controlo dos aeroportos.

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As cegonhas vêm de Paris

Viagem a Paris

Ah e tal, as cegonhas é que trazem os bebés e por acaso as cegonhas vêm de Paris, por isso… os bebés vêm da terra das baguetes e dos macarons. É esta a versão que nos é contada quando somos crianças e reforçada pelos bonequinhos de uma cegonha a carregar no bico uma criança de 10kg enfiada dentro de uma fralda, que são colocados nos bolos, convites e etc. de todos os baptizados. Como se aquela cegonha conseguisse levantar o pescoço com o peso daquela encomenda no bico, quanto mais levantar voo. Mas, entretanto crescemos, apercebemo-nos que a coisa não funciona bem assim e acabamos por esquecer esta versão da história. Erro! Digo eu agora. Porquê? A resposta simples. No início de 2017 decidi com o meu marido fazer umas mini férias de Carnaval na cidade Luz. Lá fomos nós visitar tudo quanto é lugar cliché e não só. Provar o vinho, os crepes, o queijo e tudo o que tivemos direito. Foram uns dias impecáveis e recomendo a todos os que nunca foram a Paris a visitar a cidade. Aos que já foram, repitam, nunca é demais.

De volta ao nosso belo Portugal apercebemos-nos que de Paris trouxemos belas recordações, uns quantos souvenirs e, pelos vistos, uma cegonha… Pois é, afinal aquela história sem grandes pés e cabeça, do nada, começa a fazer algum sentido. Ao que parece, as cegonhas vêm de Paris, e a partir de agora começa uma aventura ainda maior.