Novas dicas para recém mamãs a caminho

Vou ser tia outra vez, estou tão contente 🙂 E sempre que há bebé novo a caminho, há bitaites que vêm à cabeça.

Apesar do Francisco já ter 15 mesinhos (passou tão rápido), ainda há dicas e truques do início da maternidade que estão bem frescos na cabeça. Por isso mesmo, e aproveitando este novo pequenote a caminho, decidi partilhar com todas algumas coisinhas que ficaram por falar no início da criação do blog.

Dicas nunca é demais para recém mamãs, não concordam? Não, não acontece só a vocês. Acontece a todas, por isso é bom partilhar. Vou mesmo aproveitar as questões que surgem agora a estes amigos. Se também vocês tiverem questões que gostariam de ver faladas aqui no blog, deixem comentário. Não é preciso puxarem os cabelos de desespero ou entrarem em pânico natural.

Agora aqui entre nós, neste momento ainda não se sabe se vou ser tia ou “tio” 🙂 , mas tenho cá um pressentimento que vai ser um lacinho cor-de-rosa.

Noitadas e diretas

Quem diz que depois de sermos pais perdemos a capacidade de fazer noitadas e diretas está simplesmente a espalhar mais um mito urbano. É mentira. Completamente mentira.

A prova de tal difamação são as noites em branco passadas (contra vontade) porque o pequeno está com febre, tosse, nariz entupido e afins. No dia seguinte, chegamos ao trabalho praticamente frescas e fofas como se nada se tivesse passado. E, de certo modo, não se passou. Não passamos pela cama, não passamos pelo sono, muito pelo contrário, ele é que passou por nós à descarada. Nisto precisamos apenas de um (dois, três, quatro, cinco….) cafés de manhã e está óptimo. Ressacas 0 e nem é preciso guronsan ou semelhantes porque a cabeça não anda à roda… Os olhos, por vezes, também não abrem, mas isso são pormenores.

Quando o berço sai do quarto

Nem todas somos iguais mas, como já vos tenho dito, sou uma mãe coruja. O Francisco já dorme no seu quartito há algum tempo e, felizmente, a adaptação foi à velocidade da luz e sem qualquer problema. Ficou, no entanto, no nosso quarto a cama de viagem montada para alguma eventualidade durante a noite. Não seria de madrugada que iríamos montar todo o estaminé, não acham?

Até hoje não foi preciso recorrer ao plano B e por isso chegou a hora de desmontar todo o “estendal” e voltar a ter um quarto para dois. Sim… porque até agora, viver no meu quarto era como viver num hostal, com um companheiro desarrumado e que deixa tudo em todo o lado. Nada de mais, acordar com um brinquedo a enterrar-se nas nossas costas ou embrulhados numa fralda de pano tornou-se normal, por incrível que pareça. Tudo porque a criaturinha que volta e meia nos invade a cama deixa tudo pelo caminho como um rasto de migalhinhas.

Nisto tudo, é muito estranho. Muito estranho, repito, ver todo aquele espaço disponível. Parece que tenho um corredor de palácio desde a cama até ao roupeiro e contudo é vazio porque parece faltar alguma coisa. Mais uma adaptação que parece ser mais para a mãe do que para o pequenote.

Ready, set, go…!

Ready Set Go

Já fizeram a mala? Ainda não? Como não?

Há quem faça a mala para a maternidade mal sabe que está grávida e depois há aquelas que fazem a mala quase de véspera, como eu. No entanto, tenho de assumir que o meu método não é o mais aconselhável. Devemos, sim, ter a mala pronta com alguma antecedência, até porque depois é mesmo tudo a correr. Eu fiz uma lista (ou talvez mais) do que era suposto levar, e que vou aqui partilhar convosco. A lista funcionou perfeitamente, e só teve uma pequenina falha. Como a minha estadia se prolongou por mais 2 dias no hospital, precisámos de ir comprar uma chuchinha para o pequeno, que ao fim de uns dias já começou a pedir um conforto extra.

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Os mistérios da folha de framboesa

Os mistérios da folha de framboesa.jpg

Felizmente tive uma gravidez espectacular, nada de enjoos, super calma e deixem-me dizer que cheguei à conclusão que o maior segredo é mesmo a calma. É fácil começarmos com macaquinhos no sótão e encontrar-mos mil e um problemas onde não existem, mas se relaxarmos e levarmos tudo com naturalidade e calma é mesmo muito mais fácil.

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As cegonhas vêm de Paris

Viagem a Paris

Ah e tal, as cegonhas é que trazem os bebés e por acaso as cegonhas vêm de Paris, por isso… os bebés vêm da terra das baguetes e dos macarons. É esta a versão que nos é contada quando somos crianças e reforçada pelos bonequinhos de uma cegonha a carregar no bico uma criança de 10kg enfiada dentro de uma fralda, que são colocados nos bolos, convites e etc. de todos os baptizados. Como se aquela cegonha conseguisse levantar o pescoço com o peso daquela encomenda no bico, quanto mais levantar voo. Mas, entretanto crescemos, apercebemo-nos que a coisa não funciona bem assim e acabamos por esquecer esta versão da história. Erro! Digo eu agora. Porquê? A resposta simples. No início de 2017 decidi com o meu marido fazer umas mini férias de Carnaval na cidade Luz. Lá fomos nós visitar tudo quanto é lugar cliché e não só. Provar o vinho, os crepes, o queijo e tudo o que tivemos direito. Foram uns dias impecáveis e recomendo a todos os que nunca foram a Paris a visitar a cidade. Aos que já foram, repitam, nunca é demais.

De volta ao nosso belo Portugal apercebemos-nos que de Paris trouxemos belas recordações, uns quantos souvenirs e, pelos vistos, uma cegonha… Pois é, afinal aquela história sem grandes pés e cabeça, do nada, começa a fazer algum sentido. Ao que parece, as cegonhas vêm de Paris, e a partir de agora começa uma aventura ainda maior.